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Segurança de Obras

  • DISPOSITIVOS AUXILIARES DE SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA DE OBRAS

    • Placas Refletivas de Sinalização
    • Painéis com setas luminosas
    • Carretas luminosas com Painéis de Mensagem Variável – PMV e fixas
    • Cavaletes refletivos
    • Cones de borracha para canalização
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DISPOSITIVOS AUXILIARES DE SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA DE OBRAS

Os dispositivos auxiliares de sinalização de obras consiste num conjunto de elementos como placas e dispositivos fixos e móveis, elétricos e outros, com características visuais próprias, cuja função é garantir a segurança dos usuários e trabalhadores das obras, ao mesmo tempo em que garante a fluidez segura do tráfego nas áreas afetadas por intervenções temporárias, tais como: realização de obras, serviços de pavimentação, sinalização, topografia, remoção de interferências e situações de emergência. 

A sinalização de segurança de obras tem por finalidade: advertir corretamente os usuários sobre a existência da intervenção na via ou rodovia e fornecer informações precisas, claras e padronizadas. Também servem para regulamentar a circulação e outros movimentos para reduzir os riscos de acidentes e congestionamentos, e assegurar a continuidade dos caminhos e os acessos às edificações lindeiras, orientando sobre novos caminhos provisórios – protegendo a área de obra, os trabalhadores e os usuários da via em geral. Ao mesmo tempo, servem para diminuir o desconforto causado aos moradores e à população da área afetada pela intervenção.

Essa sinalização é exigida pelo Código de Trânsito Brasileiro – CTB., visando garantir a segurança nessa situação e estabelece a obrigatoriedade de implantação da sinalização ao órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via, que responde pela falta, insuficiência ou incorreta colocação da mesma conforme o Art.90 – Parágrafo 1º do CTB, sujeitando-se ainda, à responsabilidade objetiva por danos causados pelos cidadãos em virtude da ação, omissão ou erro na execução e manutenção de programas, projetos e serviços que garantam o direito ao trânsito seguro.

Para a realização da sinalização de segurança de obras, conforme o caso, devem ser respeitados os seguintes parâmetros fixados pelo CTB:

  1.  A sinalização deverá ser colocada em posição e condição legível durante o dia e a noite, em distância compatível com a segurança do trânsito, conforme normas e especificações do CONTRAN;
  2.  Deve ser devida e imediatamente sinalizado qualquer obstáculo à livre segurança de veículos e pedestres, tanto na via como na calçada, caso não possa ser retirado;
  3.  Toda via pavimentada, após sua construção ou realização de obras de manutenção, só poderá ser aberta à circulação, quando estiver devidamente sinalizada, vertical e horizontalmente;
  4.  Toda obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, somente poderá ser iniciada com prévia autorização do órgão ou entidade executiva do trânsito com circunscrição sobre a via, cabendo ao responsável pela execução ou manutenção da obra a obrigação de sinalizar.

A sinalização de obras é obrigatória a sinalização em todas as obras e eventos executados nas vias públicas, dependendo o seu início de prévia autorização do órgão de trânsito. Cabe salientar que além das obrigatoriedades impostas pelo CTB, a sinalização de obras deve observar ainda outras legislações locais, e mesmo a especificação das entidades como concessionárias e outros, que além de atender a legislação, podem ter especificidades particulares.

Para sua realização, sempre que possível deve ser precedida de um projeto específico, que por sua vez, demanda que seja feita vistoria local e da área de influência, de forma a possibilitar a obtenção do maior número de informações possíveis referentes à intervenção e as vias envolvidas. Devem ser observados: volume e composição do tráfego, características físicas e geométricas, itinerário de ônibus, uso do solo, movimentação de pedestres, levantamento cadastral, interferências aéreas e subterrâneas, rede de dutos semafóricos, levantamento da sinalização existente e outros dados que possam interferir no projeto de sinalização. Deve-se também cadastrar os imóveis cujas atividades dependem do fluxo veicular, tais como os postos de combustível, estacionamentos, motéis, hotéis, entre outros.

Os projetos dessa sinalização devem ser avaliados ainda, sob os seguintes aspectos da intervenção:

  • Abrangência da Intervenção – Os serviços podem ser pontuais ou limitados à seção ou trecho da via ou rodovia, e dependendo-se da ocupação e das condições restritivas dos serviços a serem executados, podem exigir desvios de pequeno ou grande porte;
  • Duração e Continuidade dos Serviços – Os serviços de curta duração são aqueles que se utilizam de dispositivos de sinalização de fácil transporte e instalação simples. Quando os serviços têm duração maior são considerados de média ou longa duração e nestes casos, a sinalização tem um caráter de maior permanência;
  • Mobilidade e a previsibilidade dos serviços – Consideram-se serviços móveis, aqueles que se realizam em períodos curtos e nos quais os trabalhadores e equipamentos se deslocam constantemente ao longo da via, não exigindo uma sinalização fixa, mas sim móvel e provisória. Nos casos onde se consideram os serviços como fixos – aqueles que ocupam a mesma posição na via por longos períodos, a sinalização deve ser perene enquanto durarem os serviços;
  • Previsibilidade dos Serviços – Nos casos onde os serviços podem ser programáveis, devem atender a todas as formalidades e exigências. Nos casos onde os serviços sejam de emergência, como por exemplo um desmoronamento ou afundamento de pista, pode ser efetuada uma sinalização de urgência com cavaletes, cones e fitas zebradas. Esta sinalização, feita no local pela equipe de campo, deverá ser substituída assim que possível, pelos elementos adequados, de acordo com a duração e tipo do evento.
  • Características físicas e operacionais das vias – A sinalização de segurança deve ser providenciada e projetada de acordo com as características físicas e operacionais da via ou rodovia, interferindo isso em suas dimensões, tamanhos de letras e legendas, entre outros. Outro aspecto a ser observado é a situação da região lindeira e a existência de travessias na via;

A sinalização de segurança de obras pode ser ainda horizontal e vertical. Em geral, somente intervenções e obras de longa duração demandam sinalização horizontal provisória. Mais comum são a utilização de elementos auxiliares de sinalização, como:

  • PLACAS REFLETIVAS DE SINALIZAÇÃO

Informam sobre as obrigações, limitações, proibições ou restrições que regulamentam a área, via ou trecho da via em intervenção, advertem os usuários da mudança nas condições da via, das restrições de acessibilidade e da intervenção em curso, naqueles aspectos que a segurança e o desempenho possam ser afetados e indicam caminhos alternativos para transpor o trecho.

Os sinais verticais mais utilizados nas sinalizações de obras são:

  • Sinais Especiais de Advertência de Obras – que contêm as informações que advertem sobre situações específicas de obras – em geral são placas em cor laranja;
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  • Sinais de Advertência – que contêm os sinais com caráter de recomendação, cuja finalidade é alertar ou informar os usuários para condições adversas – podem manter as características e cores dos sinais normais de regulamentação do CTB, podendo tomar a cor laranja;
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  • Sinais de Regulamentação – que contêm as mensagens imperativas cujo desrespeito constitui infração. Devem manter necessariamente as características e cores dos sinais normais de regulamentação do CTB;
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  • Sinais Indicativos de Orientação de Destino – que contêm as mensagens informativas de trajetos para os motoristas ou pedestres – também na cor laranja;
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  • Sinais de Indicação para Pedestres – que contêm as mensagens informativas de localização de equipamentos, restrições de caminhamento ou de novos trajetos.
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  • PAINÉIS COM SETAS LUMINOSAS

Também são aplicados na forma fixa e sobre carretas, indicando e delineando com sinais luminosos, elementos das placas como setas direcionais, bloqueios e desvios, bem como em outros elementos de sinalização.

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  • CARRETAS LUMINOSAS COM MENSAGEM VARIÁVEL – PMV E FIXAS

São dispositivos utilizados para proporcionar melhores condições de visualização da sinalização ou, quando conjugados a equipamentos eletrônicos, permitem a variação das mensagens pré-programadas ou comandados por uma central de controle.

Os dispositivos luminosos são basicamente do tipo:

  • Painel eletrônico fixo:
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  • PAINEL ELETRÔNICO MÓVEL

Os painéis eletrônicos móveis são embarcados em carretas rebocáveis, utilizado para sinalização móvel de serviços e obras em vias urbanas e rodovias. São utilizados para transmitir informações aos usuários de orientação e para controle de tráfego, informando situações específicas de trânsito, obras e manutenção viária, entre outras.

As mensagens dos painéis podem ser mensagens fixas e variáveis, assim como setas e painéis. As mensagens variáveis necessitam de atualização constante, podendo ser programadas localmente por pré-programação dos painéis, ou programáveis remotamente por uma central de controle por sistema de transmissão via GPRS/3G ou wi-fi. Em geral, são montados sobre chassi rodoviário homologados, podendo ser controlados por localizadores via GPS.

Os painéis de mensagem variável – PMV móveis devem ser preparados para suportar todas as condições meteorológicas e as demais condições típicas das estradas.

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  • Painel com setas luminosas – Sinalizador Direcional Móvel:

O painel sinalizador móvel é montado em um chassi rebocável homologado, o que permite versatilidade e flexibilidade na operação. A função do sinalizador direcional móvel é orientar o trânsito local sobre desvios, acidentes, bem como servir como elemento de advertência de redução de velocidade, ou mesmo para interrupção total do tráfego em caso de congestionamentos ou obras.

Os elementos tecnológicos podem ser feitos com lâmpadas de LED ou utilizando tecnologia eletrônica com clusters de LEDs. Podem exibir setas direcionais fixas em uma direção (esquerda e direita), ou outras simbologias internacionais de intervenção em vias e rodovias associadas às setas quando em cluster digital.

Esses Painéis Sinalizadores Direcionais Móveis são utilizados em vias urbanas e rodoviárias para sinalizar obras, eventos, bloqueios, desvios, e outros, de forma a promover a operação segura, auxiliando ou mesmo substituindo o trabalho de sinalização com bandeiramento manual.

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  • BARREIRAS FIXAS, MÓVEIS E CAVALETES REFLETIVOS

Cavaletes refletivos – São utilizados para bloquear frontalmente o tráfego nos fechamentos totais, em intervenções de média ou longa duração. Os cavaletes são utilizados para a interrupção provisória e rápida do tráfego, de forma a dar segurança para os trabalhadores da intervenção e sinalizar o desvio ou necessidade de parada para os usuários da via. Os cavaletes podem ser feitos de madeira, plástico ou metal leve, servindo para sinalizar de forma móvel e para casos de interrupções breves o fechamento total ou parcial de uma faixa, uma pista ou mesmo a via.

O uso do cavalete é restrito às obras de curta duração, sendo utilizado para transferir o fluxo de veículos para as faixas remanescentes da pista ou desvios e também delimitar a área dos serviços nas situações em que é permitido o tráfego ao longo do trecho em obras. Em situações de emergência e em obras de curta duração, pode também ser utilizado para bloquear frontalmente o tráfego, da mesma maneira como é utilizada a barreira fixa.

São feitos nas cores laranja e branca, com tarjas refletivas dispostas em ângulo de 45 graus em relação ao eixo vertical. O espaçamento máximo entre cavaletes deve ser de 8 metros. Nos casos de fechamentos laterais, quando a obra durar mais de um dia ou se realizar à noite, deve ser acompanhado de dispositivos luminosos e quando em fechamentos frontais, pode portar em sua parte superior, marcadores de alinhamento.

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Barreiras Fixas – A barreira fixa, ao contrário, é utilizada em toda a seção transversal a ser bloqueada e no caso de se permitir o acesso de máquinas e equipamentos. São empregadas em intervenções de média ou longa duração, podendo ser utilizada para transferir o fluxo de veículos para as faixas remanescentes da via ou desvios.

São feitos em vários materiais com tarjas nas cores laranja e branca refletivas, dispostas em ângulo de 45º em relação ao eixo vertical. Quando fixas, devem ser acompanhadas de dispositivos luminosos, podendo em caso de curvas, conter em sua parte superior marcadores de alinhamento.

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Barreiras móveis plásticas – Também são utilizados como barreiras móveis de elementos plásticos conformados no formato de barreiras New Jersey. São fabricadas em polietileno, com proteção contra ação dos raios solares ultravioleta, devendo ser resistentes contra o desbotamento.

Sua base contém compartimento para ser preenchido com areia ou água com vista ao aumento de peso que evita o deslocamento indesejado dos elementos. As peças são encaixadas uma na outra, formando traçados para direcionamento do fluxo de veículos.

Devem conter faixas refletivas em cada um dos lados, podendo ser nas cores laranja com faixas refletivas brancas, pretas com faixas refletivas amarelas, brancas e vermelhas. Sua montagem em campo permite a alternância das cores para fixar mais visível. A indicação de uso das barreiras plásticas tipo New Jersey pode ser feita através de uma montagem sequencial em linha reta ou curvas suaves, para orientar ou interromper o tráfego total ou parcialmente.

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  • CONES E CONÕES DE BORRACHA PARA CANALIZAÇÃO

Os cones e tambores plásticos, também chamados conões são dispositivos de uso temporário emergencial. Os tipos mais utilizados são:

Cone – que são utilizados para canalizar o fluxo em situações de emergência, em serviços de curta duração e em serviços móveis, bem como dividir fluxos opostos em desvios. Quando utilizado paralelamente ao fluxo, o espaçamento entre cones deve variar de 5 a 10 metros. Quando utilizado perpendicularmente ao fluxo, o espaçamento deve ser de 1 ou 2 metros. 

Os cones devem ser ocos para possibilitar a sobreposição facilitando o transporte e o armazenamento. Na parte superior devem possuir um orifício para possibilitar a fixação de sinalização ou elementos luminosos, e ter uma base quadrada para se garantir estabilidade.

Suas dimensões para sinalização devem ser uma altura de 0,75m e uma base quadrada com lado de 0,40m. Deve ser feito em material leve e flexível, como borracha ou de plástico, e possuir obrigatoriamente faixas horizontais refletivas de 10 cm na cor branca.

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Tambor/ Conão – São dispositivos feitos em material flexível, com faixas horizontais de material refletivo. Devem conter uma base circular que pode ser preenchida com água ou areia, que lhe garante maior estabilidade em caso da ação de ventos e chuvas.

Devido às suas dimensões mais significativas, é um elemento que tem boa visibilidade, sendo recomendado para vias de tráfego intenso e com volume significativo de veículos de grande porte. Serve para direcionar, bloquear frontalmente ou para serviços emergenciais e móveis de curta duração. Em alguns casos podem ser interligados por corrente em sua parte superior para evitar o seu deslocamento para a pista em caso de choque e para facilitação da guarda do elemento no próprio local de obra.

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