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Segurança Viária

  •  DEFENSAS METÁLICAS:

    • Certificadas
    • Defensas metálicas galvanizadas a fogo:
    • Semi-maleáveis simples e duplas
    • Maleáveis simples e duplas
    • Rígidas e semirrígidas
    • Especiais (removíveis, rígidas e reguláveis)
    • Acessórios diversos

    – Terminais e amortecedores de impacto

    • Delineadores refletivos
    • Balizadores de pista em PVC
    • Dispositivos anti-ofuscantes (telas e lamelas)
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DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA VIÁRIA

Os Dispositivos de Segurança Viária são elementos colocados de forma permanente ao longo da via, interseções, ramos e acessos, confeccionados em material flexível, maleável, semi-maleável ou rígido, de modo a proteger os ocupantes dos veículos em caso de impacto, ao mesmo tempo que devem minimizar os danos e a severidade dos impactos. Tem como função reter, manter, redirecionar ou amortecer o impacto de veículos desgovernados nas rodovias, e evitar ou dificultar a interferência de um fluxo de veículos sobre o fluxo oposto e nas áreas adjacentes ou obstáculos.

Os Dispositivos de Segurança Viária são compostos por um conjunto de elementos que formam um sistema de proteção aos usuários do sistema viário, que visa absorver e desacelerar os veículos em caso de impactos. São dispositivos auxiliares aos sistemas de sinalização horizontal e vertical. São destinados a redirecionar, absorver e desacelerar os veículos em caso de impacto, diminuindo e/ou impedindo a ocorrência de danos e gravidade dos acidentes aos usuários. 

Conj. de elementos

A segurança viária é composta pelos seguintes serviços e produtos:

– DEFENSAS METÁLICAS:

As Defensas Metálicas são os dispositivos de proteção e segurança rodoviária mais tradicionais. São dimensionadas e projetadas para promover a desaceleração durante o impacto de veículos. Devido a seu desenho e flexibilidade, absorvem a energia do impacto em diversos ângulos dos veículos desgovernados, diminuindo ou eliminando o risco de danos aos usuários, ao mesmo tempo em que propiciam o redirecionamento do veículo de volta para a pista.

Além de ser um dispositivo de contenção, as defensas quando dotadas de elementos refletivos configuram-se também, como um delimitador físico e visual da faixa de rolamento, capaz de servir como guia para o tráfego nos pontos onde esteja instalada, quando a sinalização horizontal é falha ou insuficiente.

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As defensas metálicas são compostas por modelos que utilizam lâminas de perfil W, normalizada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – Maleáveis (versão simples – postes C 110 a cada 2m – Dersa e Vias Expressas São Paulo), e Semi-maleáveis (versão simples – postes C 150 a cada 4m – as mais comuns e utilizadas). Essas defensas também podem ser duplas – quando localizadas em canteiros centrais, atendendo ambos os sentidos da via. 

Existem outros tipos de defensas rígidas, semirrígidas, reforçadas, sobrepostas e certificadas, barreiras metálicas, ou desmontáveis, removíveis ou reguláveis, outras para utilização provisória ou instaláveis sobre pontes ou viadutos. Existem também outros tipos de defensas e componentes foram pesquisados e usados, tais como defensas com cabos de aço, de poliéster e madeira, diferentes perfis, espaçadores e suportes (C, I, Z).

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– DEFENSA METÁLICA PARA PROTEÇÃO DE MOTOCICLISTAS

As defensas metálicas são um dispositivo de contenção na lateral das vias e rodovias, que salva vidas de motoristas, mas ao mesmo tempo representam um risco grande quando o impacto ocorre com motociclistas, que pela natureza do veículo são mais vulneráveis ao impacto do corpo junto aos postes das defensas.

A defensa metálica para proteção de motociclistas é um complemento da defensa metálica, que é implantada no vão inferior da lâmina. É um sistema de proteção continua, fabricado em aço com forma, resistência e dimensão adequadas à absorção do choque evitando que o motociclista que venha a impactar o conjunto da defensa, propiciando o amortecimento e deslizamento.

É um dispositivo valioso, especialmente nas curvas côncavas, em que no caso de queda, a força centrifuga projeta o motociclista e a moto contra a defensa, que ao impactar o conjunto, encontra um obstáculo não agressivo – liso, sem bordas, com amortecimento e contínuo.

A função do dispositivo é impedir que as motos e particularmente o piloto deslizem sob a defensa e fiquem presos ou impactem os postes de suporte da defensa metálica, reduzindo consideravelmente a extensão das lesões de motociclistas.

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A Defensa de Proteção ao Motociclista é fixada a defensa metálica é feita em aço mola e tem como principal objetivo amortecer o impacto diminuindo a severidade do acidente, com isto reduz ou anula os danos ao motociclista. São fabricadas nas versões urbana e rodoviária, que embora similares, diferem na altura das lâminas de deslizamento devido a existência de guias.

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– TERMINAIS E AMORTECEDORES DE IMPACTO

Os terminais e amortecedores de impacto são dispositivos de contenção instalados nas vias urbanas e rodovias que visam proteger os usuários em caso de impacto com obstáculos existentes na pista ou seu entorno, de forma a conter e amortecer e/ou absorver gradualmente a energia do impacto, redirecionando os veículos para a pista. São elementos projetados para reduzir ou mitigar integralmente a gravidade e a severidade dos acidentes, impedindo a invasão das áreas de risco ou o impacto com obstáculos rígidos. Os dispositivos de contenção viária estão divididos em dois grandes grupos: os dispositivos de contenção – TERMINAIS DE IMPACTO ou AMORTECEDORES DE IMPACTO, e os dispositivos de contenção longitudinal e lateral – TERMINAIS DE BARREIRA OU EXTRUSORES.

Os terminais e amortecedores são utilizados em pontos onde possa existir elementos que possam se constituir em obstáculos susceptíveis de impacto direto, tais como transições de pistas, saídas, cabeceiras de pontes e viadutos, início de defensa metálica, entre outros.

Esses dispositivos são projetados para receber um impacto frontal e lateral, devendo sempre redirecionar os veículos desgovernados de volta para a pista. Embora existam no mercado terminais e amortecedores não rediretivos ou parcialmente rediretivos, devem ser evitados, visto que não cumprem integralmente sua função em caso de impactos laterais.

A posição de instalação dos terminais e dos amortecedores de impacto, devem considerar o espaço disponível, a distância à pista de rolamento, a forma e posição do obstáculo e a possibilidade de implantação na rota de colisão, de forma que o condutor tenha tempo de retomar o controle de veículo sem impacto ou mesmo após o impacto ao ser redirecionado para a pista. 

– AMORTECEDORES DE IMPACTO

Os dispositivos denominados Amortecedores de Impacto possuem a capacidade de absorver energia cinética dos impactos por meio de desaceleração escalonada em uma distância relativamente curta, permitindo que os ocupantes do veículo impactante recebam em nível suportável o resultado da inércia de desaceleração abrupta da velocidade. Os Amortecedores de Impacto podem ser instalados de forma fixa ou móvel.

Os amortecedores de impacto fixos são aqueles instalados onde existam obstáculos fixos permanentes que não possam ser removidos ou realocados. Por exemplo, as barreiras tipo New Jersey em bifurcações, submarinos das cabines de pedágio, colunas de viadutos e outros.

Os amortecedores de impacto móveis são os dispositivos implantados para uso temporário ou mesmo móveis, que são utilizados na proteção temporária de obstáculos em obras ou desvios para proteção da área de trabalho. Os dispositivos móveis são aqueles que podem ser montados em carretas atreladas a caminhões reboque que acompanham equipe de manutenção das vias e rodovias. Ambos os tipos têm a finalidade de absorver a energia de uma forma gradual reduzindo ao máximo os danos físicos e materiais, até à parada total ou reconduzindo-o à pista da forma mais suave possível.

Existem diversas opções no mercado amortecedores de impacto, sendo alguns denominados rediretivos ou de não abertura – que redirecionam o veículo no caso de impacto lateral para a pista, e os denominados não rediretivos ou de abertura – que permitem que o veículo ao impactar o dispositivo lateralmente, atravessam o elemento sem retorno para a pista.

A excelência dos sistemas amortecedores é resultado de sua forma (menor extensão e largura), a capacidade de absorção de energia (deformação do atenuador que deve ser uniforme e permitir a desaceleração gradual sem dar lugar a picos de força biomecânica sobre os ocupantes do veículo), e aqueles que permitam a desaceleração com o menor dano possível – em caso de impacto frontal, e que seja rediretivo ou de não abertura, em caso de impactos laterais, não permitindo que o veículo atravesse o elemento.

– TERMINAIS DE BARREIRAS E DEFENSAS (EXTRUSORES)

Os dispositivos chamados Terminal de Barreiras, também conhecidos como dispositivos atenuadores de impacto ou Terminal absorvedor de energia, são utilizados no início de tramos de defensa metálica ou de barreiras rígidas de contenção como as barreiras denominadas “New Jersey”, e visam oferecer maior segurança em caso de impactos frontais – reduzindo paulatinamente a energia do impacto até a parte rígida do obstáculo, ou impactos laterais, permitindo que o elemento redirecione o veículo e funcione como a defensa metálica ou barreira desde seu início. 

Os terminais são essenciais quando para os casos onde a barreira de contenção ou defensa se iniciam numa abertura de pistas – como no caso da transição de uma pista simples para dupla, que pode ser impactado frontalmente.

Existem alguns tipos de terminais que devem ser evitados no mercado, visto não apresentarem a característica de serem rediretivos, ou seja, que em caso de impacto, redirecionam o veículo desgovernado novamente para a pista, assim como as defensas e as barreiras rígidas. Em geral, são dispositivos que tem como base cabos de aço ou são similares as defensas metálicas, que são não rediretivos ou parcialmente rediretivos. Tais terminais não rediretivos e parcialmente rediretivos apresentam eficiência somente para os casos de impacto frontal.

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Outro aspecto a ser observado na escolha dos terminais – além de serem totalmente rediretivos, está no local de sua implantação. Os terminais rediretivos que estejam sendo assentes nas laterais das pistas, na cabeceira de tramos de defensas e barreiras rígidas, devem ser ao menos rediretivos na face voltada para pista. Nunca devem ser instalados terminais não rediretivos ou parcialmente rediretivos em pontos centrais das pistas, que no caso, demandam obrigatoriamente o uso de terminais totalmente rediretivos e em ambas as faces, de forma a não permitir que o veículo que venha impactar lateralmente o dispositivo atravesse para a outra pista.

O objetivo dos dispositivos lineares de contenção é minimizar a severidade do impacto frontal e redirecionar o veículo desgovernado para a pista em caso de impacto lateral, funcionando nesse caso, como a defensa metálica ou a barreira rígida. 

Os dispositivos de contenção lateral – terminais de impacto, são posicionados lateralmente à rodovia e sua função é reduzir a energia do impacto frontal com o obstáculo fixo na lateral da pista e redirecionar o veículo desgovernado para a pista em caso de impacto lateral. Por sua vez, os dispositivos de contenção central – terminal, instalado no canteiro central da rodovia, tem como objetivo absorver o impacto frontal sem danos aos ocupantes dos veículos, atuar como separador do tráfego de sentidos opostos e redirecionar o veículo desgovernado em caso de impacto lateral. Por esse motivo deve ser utilizado somente os terminais que sejam rediretivos em ambas as faces existentes no mercado.

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Por norma da ABNT, todos os dispositivos de contenção – Terminais e Amortecedores, demandam certificação internacional ou nacional do tipo “Crash Test” especialmente efetuados para cada dispositivo ou família, de forma que sejam certificadas suas capacidades de atendimento de trabalho, capacidade de absorção frontal e lateral, bem como sua capacidade de ser rediretivo ou não rediretivo e em quais faces. Em geral, os dispositivos do tipo terminal de impacto são metálicos no mercado Brasileiro.

Todos os Terminais e Amortecedores devem conter uma placa frontal de sinalização retrorrefletivas, de forma a manter sua visibilidade destacada fixada no início do dispositivo em caso de visualização noturna, chuva e neblina.

Outro aspecto importante de ser observado é que a instalação de amortecedores e terminais de barreira, quanto instalados dentro de túneis não devem conter elementos de plástico e borracha, visto que tanto por vandalismo quanto por acidentes, esses elementos inflamáveis podem gerar fogo e fumaça, colocando o local em alto risco de acidentes pela baixa visibilidade. O fator vandalismo, mesmo em áreas fora de túneis indica que os dispositivos totalmente metálicos são mais adequados de serem utilizados do que aqueles que utilizam elementos plásticos e de borracha.

Todos os terminais e amortecedores de impacto devem conter elementos refletivos delineadores, de forma que sua extensão e largura sejam visíveis durante o dia e de noite, mesmo em situações de dificuldade climática como chuva, neblina e névoa. Tais elementos refletivos devem estar firmemente fixados nas laterais e na frente do elemento, de forma que possa ser facilmente identificado pelo condutor em qualquer situação climática e horário.

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SERVIÇOS EXECUTADOS

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